Acredito que o design de serviço traz a essência dos usuários em caminhos viáveis, respeitando o processo e entregando valor para todos os envolvidos. É a maneira que encontrei para tentar mudar o mundo, contribuindo com atitudes sustentáveis e relevantes.

Decidi seguir a carreira de designer na adolescência,  contaminada pelo senso comum que associa a disciplina apenas à criatividade na estética. Na universidade comecei a questionar o papel que o design exercia dentro de uma cadeia de consumo, em um mundo complexo, nas relações humanas. Admito que por um tempo me senti incomodada por achar que, apesar do processo holístico e multifacetado, os produtos entregues fossem efêmeros e pouco impactantes.

Descobri o design thinking e o design de serviço já no final da graduação, e entendi que havia sim um caminho mais profundo e tangível para a sociedade no fazer design.

Atuei como designer gráfico por algum tempo, mas o design de serviço não saía da minha cabeça: eu sabia que poderia entregar mais valor para o mundo de outra forma.

Resolvi apostar numa mudança de foco na minha carreira e investir nesse outro caminho, fiz cursos, me aprofundei em livros e agora, na Livework, tenho a oportunidade de me engajar nesse universo e de encontrar os resultados mais empáticos, humanos e inovadores que sempre desejei. Com minhas competências em design gráfico, posso organizar e entregar melhor a informação gerada. Os dois caminhos aliados me emponderam para desenvolver um trabalho atrativo, efetivo e real.